O índice real e confiável, e não aqueles que o Parini andou divulgando, diz que a gestão do petista colocou a cidade de Jales no 6º lugar com conceito D no estado de São Paulo, inferior a 0,4 pontos. No geral, segundo a conceitadíssima Firjan, Jales está em 280ºlugar entre as cidades paulistas e em 1515º de todo o Brasil. Segundo aquele prêmio que o Parini divulgou, Jales estaria entre as CINCO melhores administrações do Brasil.
Quem quiser conferir a classificação completa pode clicar AQUI
O índice Firjan foi divulgado neste fim de semana e mostra que a maioria dos município brasileiros vai mal das pernas financeiramente. Apenas 2% deles alcançou situação de excelencia fiscal.
Em sua estreia, o IFGF avaliou 5.266 cidades brasileiras, onde vive 96% da população. Dos 5.565 municípios do país, 297 não apresentaram seus dados fiscais ao Tesouro Nacional até o fechamento do trabalho, em setembro do ano passado. São 43 municípios da Bahia, 34 do Pará, 33 de Minas Gerais, 29 do Piauí, 23 do Maranhão, 22 de Goiás, oito do Rio de Janeiro, além de 105 de outros 19 estados brasileiros. Grande parte das prefeituras brasileiras (43,7%), precisamente 2.302 municípios, foi avaliada em situação de dificuldade, enquanto 1.045 cidades (19,8%) aparecem em gestão crítica. Outras 1.824 prefeituras (aproximadamente 33%) apresentaram gestão fiscal boa, enquanto apenas 95 municípios no país ganharam conceito de excelência,O município de Santa Isabel, em Goiás, lidera o ranking nacional como a cidade com melhor eficiência na gestão fiscal: 0,9747 pontos. O estado de São Paulo tem seis municípios entre os dez melhores, lista em que Minas Gerais, Paraná e Pará também têm representantes.Completando o ranking Top 10, portanto, aparece em segundo lugar Poá (SP), seguida de Barueri (SP), Jeceaba (MG); Piracicaba (SP); Caraguatatuba (SP); Ourilândia do Norte (PA); Maringá (PR); Birigui (SP) e Paraibuna (SP).
Municípios do Nordeste predominam na lista dos dez piores. No ranking, em ordem decrescente, estão Pindoba (AL); Porto da Folha (SE); Conceição (PB); Lagoa de Dentro (PB); Buerarema (BA); Teixeira (PB); Conselheiro Mairinck (PR); Ibirataia (BA); Piaçabuçu (AL) e Ilha Grande (PI), pior gestão do país.Ao contrário do que se poderia esperar, as capitais não apresentaram preponderância sobre os resultados brasileiros. Apenas sete ficaram entre os 500 melhores resultados do país no IFGF 2010. São elas: Porto Velho (0,8805), Vitória (0,8423) e Porto Alegre (0,8017), únicas capitais avaliadas com gestão fiscal de excelência, seguidas por São Paulo (0,7797), Curitiba (0,7684), Campo Grande (0,7617) e Florianópolis (0,7210). Os três últimos lugares no ranking das 26 capitais ficaram com Natal (0,4519), Macapá (0,4404) e Cuiabá (0,3713).São Paulo garantiu o quarto lugar entre as capitais brasileiras devido a notas máximas em duas das cinco variáveis pesquisadas: Receita Própria e Gasto com Pessoal. O que se observa é que a gestão fiscal do município foi bem-sucedida ao transformar seu potencial de arrecadação em recursos para os cofres municipais.
Na faixa intermediária do ranking das capitais, com desempenho geral bom (conceito B), Belo Horizonte (12° lugar) e Rio de Janeiro (14°) são exemplos de que ter elevado nível de arrecadação tributária não é garantia de bons resultados nos demais indicadores.
Na capital mineira registrou-se dificuldade na execução dos restos a pagar e elevado custo de endividamento. Já para a capital fluminense, além das despesas com juros e encargos da dívida, pesou o histórico de elevados gastos com a folha de salários. Em contrapartida, a cidade do Rio de Janeiro registrou uma situação de liquidez confortável, na qual os ativos financeiros superaram com folga os restos a pagar acumulados em 2010.No último lugar do ranking encontra-se Cuiabá (0,3713 pontos), o pior resultado entre as capitais brasileiras e a única a apresentar conceito D, de gestão crítica, no resultado geral. Outras informações aqui na página da FIRJAN
Ah, o odor nauseabundo que emana do corporativismo bocó, mas muito eficaz em manter os próprios aparelhos e privilégios. No post abaixo, vocês lêem que uma comissão especial da Câmara aprovou a obrigatoriedade do diploma para jornalista. A proposta é inconstitucional. Já chego lá. Antes, algumas considerações.
O presidente da Federação Nacional dos Jornalistas, Sérgio Murilo, afirma que algumas pessoas que pediram registro de jornalista nunca pisaram numa redação. É mesmo? Se for assim, então elas já podem disputar a direção da Fenaj. Afinal, a maioria dos dirigentes sindicais não saberia a diferença entre um lead e uma touceira, não é mesmo?
À diferença do que sustentam alguns energúmenos, sou jornalista “depromado”. Até hoje, não há uma miserável coisa que eu tenha feito na minha profissão — e não posso reclamar da minha escolha — que me tenha sido dada ou ensinada pelo curso de jornalismo: NADA! ZERO! Já o curso de Letras, penso eu, foi essencial para mim — como é o de medicina, arquitetura, direito, culinária etc para outros jornalistas. Sempre destacando que há os que não cursaram coisa nenhuma e fazem um trabalho brilhante.
Jornalismo requer duas coisas, além de formação intelectual — que os cursos de jornalismo não fornecem porque passam boa parte do tempo ocupados em “desconstruir” os grandes veículos onde a meninada vai trabalhar depois… Jornalismo requer talento para a narrativa — mesmo a narrativa jornalística tem de ter noção de enredo — e um conjunto de procedimentos técnicos, alguns deles ligados à ética da profissão. É precisa de algo parecido com intuição, mas que é só questão de inteligência: saber onde está a notícia. Vale dizer: cedo ou tarde, um jornalista tem de ler A Cartuxa de Parma, de Stendhal — ou vai acabar tratando um evento histórico como buraco de rua. Quem ensina isso? A faculdade de jornalismo???
Talento, lamento!, não se ensina. No máximo, ele pode ser lapidado. Nem todo mundo tem aptidão para a pintura, a música ou a dança. Com o texto, é a mesma coisa. Há gente que não nasceu para viver da escrita — e um jornalista tem de saber escrever, o que a faculdade não ensina. A lapidação se dá no exercício. O que as faculdades têm feito, aí sim, é distorcer a profissão. As faculdades de jornalismo, com raras exceções, se transformaram em extensões do “partido”. Professores se dedicam mais a falar do “outro mundo possível” do que a ensinar como se faz um lead neste nosso muindinho imperfeito mesmo.
Qual, afinal, é o objeto de um curso de jornalismo? Economia? Política? Sociologia? Semiótica? O quê? Resposta: um pouco de tudo isso e nada disso, mas com muitas virgulas entre sujeito e predicado… Se a exigência do diploma já era, do ponto de vista democrático, estúpida, agora se tornou incompatível também com as modernas tecnologias a serviço da informação. Quem poderá impedir, sem violentar a Constituição, um veículo jornalístico de abrigar, por exemplo, um blogueiro que tenha o que dizer, seja ele jornalista “depromado” ou não? Vão plantar batatas para colher Imposto Sindical!!!
Que a Fenaj defenda essa excrescência, eis uma coisa que faz sentido. A entidade lutou arduamente pela criação do Conselho Federal de Jornalismo, que era um verdadeiro órgão de censura. Poderia até, imaginem!, cassar a licença de um jornalista. E se apresentou, espertos os caras!, para compor a primeira diretoria do órgão… O amor dessa gente pela profissão me comove. Contenho aqui uma furtiva lágrima…
Inconstitucional Só para lembrar: o STF derrubou a exigência do diploma porque ele foi considerado incompatível com o princípio da liberdade de expressão assegurado pela Carta. No caso, tratava-se de uma lei que afrontava o dispositivo constitucional; agora, é uma emenda.
E a proposta não deixa de ser inconstitucional porque emenda — afinal, o Artigo 5º da Carta continua lá, a saber: Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no País a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade, nos termos seguintes: (…) IV - é livre a manifestação do pensamento, sendo vedado o anonimato; (…) IX - é livre a expressão da atividade intelectual, artística, científica e de comunicação, independentemente de censura ou licença;
Com alguma ironia, observo que, freqüentemente, tenho dúvidas se o jornalismo é mesmo uma “atividade intelectual”, mas tenho a certeza de que é uma “atividade de comunicação”. E não depende de “censura ou LICENÇA”.
Fim de papo.
*PS - Se a Constituição, agora, vai abrigar regulamentação de profissão, por que só jornalismo? E as outras? O Ministério do Trabalho tem um código específico até para a prostituição, destacando os, digamos, requisitos para tal atividade. Imagino a questão tratada naquele que deve ser o nosso documento com sentido de permanência, naquela linguagem decorosa do legalismo: “O exercício das atividades intrafemurais obedece aos princípios do… Sei lá: “do contratante da mão-de-obra”? A boçalidade brasileira é ainda mais extensa do que suas praias…
Olha, não tive muitas oportunidades para elogiar o diretor da rádio Antena 102, Wanderley Garcia, mas desta vez é impossível não comungar com suas palavras. O comentário que ele fez hoje no Antena Ligada, jornalístico da sua rádio, foi simplesmente perfeito. Não tenho como reproduzi-lo inteiramente aqui e acho que deve estar no site da emissora. Se não está deveria estar. Mas vou transcrever o trecho inicial e algumas pequenas partes que considero mais interessantes.
Em suma, ele repetiu o que eu disse por meses no Blog e em conversas pessoais: é preciso que mais pessoas deixem a omissão do lugar cômodo que ocupam e manifestem suas opiniões. Principalmente, aqueles se dizem líderes da comunidade e, em especial, os JORNALISTAS e homens de comunicação. Principalmente eles, que parecem absurdamente desinteressados dos problemas da cidade! Suspeito que esse suspeito desinteresse seja causado por três fatores a depender do caso: incompetência, covardia ou interesses comerciais/políticos. Em alguns casos a causa é a associação dos três.
Mas eu acrescento a essa relação os políticos, em cargos ou não, o ministério público, os jovens e os religiosos. Sem contar as pessoas comuns, eleitores como todos nós.
Wanderley começou o comentário da seguinte forma:
“Aos 68 anos de idade e 50 de rádio em Jales, confesso que vou me cansando de ter que criticar fatos envolvendo a cidade, especialmente no que compete à administração municipal. Gostaria mesmo que outras pessoas tivessem esse espírito de observar e se manifestar, pois a crítica é saudável, ajuda a construir o progresso de uma cidade. Como ninguém se apresenta, vamos mais uma vez fazer o papel de advogado do diabo e, quem sabe, arrumar mais alguns inimigos, como sempre ocorre. Afinal, alguém tem que falar e o jornalista tem essa obrigação.”
Em outro trecho, Wanderley disse sobre o pouco atuante Fórum da Cidadania:
“Falei com pessoas pertencentes ao Fórum da Cidadania, da importância de ampliar esse grupo com pessoas de vários seguimentos e atuar com rigor, ajudando sim, voluntário sim, mas com poder de crítica, usando nossa imprensa sempre aberta ao interesses do povo, buscando corrigir falhas e dar conhecimento público quando não atendidos especialmente no que se refere às nossas praças e ruas. Usar esse órgão formador de opinião com voluntários que querem o bem da cidade e até dividir com eles algumas atitudes antipáticas que tenha que tomar visando uma melhora no visual da cidade em elaboração de projetos, pois como sabemos, esta administração carece de projetos.”.
Muito bem, Dr. Wanderley. Mas perfeito mesmo seria se a rádio que o senhor administra assimilasse o que o senhor diz. Depois do editorial, continuei ouvindo o Antena Ligada e me deu a impressão que tinha mudado de rádio.A contundência indispensável de suas palavras não se repetia no restante do programa. Poucos foram os questionamentos ao chefe de gabinete do prefeito que estava lá ao vivo. Faltou contestação ao que ele disse. Por exemplo, quando afirmou que parte do descontentamento com a revitalização do centro era questão de “gosto pessoal”. Ou que as críticas do presidente da ACE eram porquê a reforma não atendeu aos “interesses” da entidade.
Faltou alguém dizer ali, “na lata dele”, que o “gosto pessoal” (provavelmente se referia ao seu) pode ser traduzido como “Plano Diretor” ou “Código de Posturas” desrespeitado autoritariamente pela administração que ele defende. Também faltou alguém pra dizer que os “interesses” da ACE são os dos empresários que ela representa. Ou ainda que os interesses da ACE foram acordados em reuniões do fajuto Orçamento Participativo, realizadas, aliás, quando ele nem estava na cidade.
Infelizmente, parece que Wanderley não consegue realizar na rádio de sua propriedade o que pede as outros.Seria esplêndido que conseguisse. Para finalizar, Wanderley disparou o seguinte torpedo:
“Com a palavra o Fórum da Cidadania, que, ao nosso ver, deve ser um grande órgão de defesa dos interesses da população. A bem da verdade, já realiza um bom trabalho, mas precisa ser mais contundente do que foi até hoje e, quem sabe, o prefeito de Jales resolva dialogar e valorizar a quem quer o bem desta cidade e aprenda a dizer uma palavra mágica que a maioria usa: muito obrigado”.
Preciso muito fazer um desmentido. No texto abaixo eu não me referi a nenhuma pessoa em especial quando me ceitei "corno manso" e "baleia adormecida". Falava apenas da POSTURA que têm quem se enquadra nessas modalidades. Quem finge-se de cego, surdo e mudo diante do que deveria denunciar. Quem finge-se de cego para justificar a sua omissão. Omissão que pode ser motivada pela simples covardia, por certas vantagens escusas ou favores secretos no submundo da malandragem política/jornalística.
Era só isso. Não me referi a ninguém especial, apesar de muita gente ter interpretado assim.Esqueçam os nomes que imaginaram. Apenas dois não seriam suficientes para representar essa classe.
Ah, sugestões de reportagens para A TRIBUNA podem ser feitas pelo e-mail cariocajales@hotmail.com
Volto a integrar a redação do jornal A TRIBUNA, trabalho que me rendeu muito prazer e aprendizado há poucos anos. Entendem agora o que eu quis dizer com "me dedicar a outros projetos profissionais, que, espero, me rendam algum dividendo"? Pois é! Esse é um.Tenho outros, mas o jornal será a minha principal atividade jornalística daqui em diante.Ele também me dá satisfação de dever cumprido e de cidadania exercida. Faço lá o meu papel, coisa que muitos apenas dizem fazer.
Continuarei na minha luta contra a postura do "corno manso" ou da “baleia adormecida”, onde todos fingem que os problemas não lhes dizem respeito, principalmente parte da imprensa. Fazem cara de paisagem para qualquer pauta mais difícil e preferem as benesses da amizade com os poderosos da vez do que cumprir o dever de informar seu público ouvinte ou leitor.
Estejam certos que essa aparente dormência de parte da imprensa custa caro e sai dos seus bolsos.Ou melhor, dos nossos bolsos. Por isso, luto contra ela.
Continuarei ativo no twitter. Quem quiser saber o que eu digo lá, basta clicar em http://twitter.com/cariocajales . O site é aberto.Não é preciso se cadastrar, nem preencher qualquer formulário. Basta acessar como a qualquer página.
Conto com suas dicas, sugestões de pauta ou quaisquer informações que possam render uma boa reportagem. De preferência, aquelas que apontem o dedo indicador para quem deveria fazer o seu papel e não faz.
É um princípio claro para todos, eleitores ou não, juristas ou não, atores da justiça ou não, que um réu tem tratamento (e merecidamente) mais severo caso seja um infrator ou criminosos contumaz com diversos registros. Especialmente se esses registros se transformaram em condenação.
É o caso de Lulla e sua turma. Entre eles a sua candidata e seu partido. Ambos já foram multados várias vezes, portanto, precisam receber uma punição que condiga com a condição de reincidentes, merecendo punição mais severa e que interrompa a rotina de desrespeito à legislação.É como o princípio da indenização, que é estipulada conforme a capacidade do punido e com o objetivo de coibir novas incidências.
É claro, óbvio que as multas não têm surtido o efeito desejado, porque apesar delas, ainda assim, Lulla e sua turma insistem em continuar a cometer a mesma infração, dando claros sinais de desdém com a lei e o Tribunal.
Se os julgadores não resolverem de uma vez por todas aplicar uma multa que mostre aos infratores que o crime (ou a infração) não compensam, eles vão continuar infringindo a lei, afinal é público e notório que têm capacidade concreta de pagar qualquer R5 5 mil que venha a ser aplicado. Como mostra a matéria publicada pela FOLHA, o total de multas aplicadas até aqui é de apenas R$ 30 mil. Porém, as multas chegam a QUATRO.
Esses números provam que os valores não foram capazes de impedir a atitude infratora, por isso, deveriam ser ampliados significativamente, sob pena de perdermos o controle das regras eleitorais e vermos eleita uma presidente que claramente desrespeita a lei.
Os valores absolutamente irrisórios para um partido político e um político que comprovadamente pagou seu marqueteiro com US$ 10 milhões desviados ilegalmente para o exterior estão incentivando a infração em vez de desestimular os infratores.
Depois não adianta exigir ética perto de nós, se a principal autoridade executiva, que, portanto, deveria dar exemplo, desdenha das leis.
O ministro do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) Henrique Neves aplicou nesta sexta-feira a quarta multa ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva, no valor de R$ 10 mil, e a segunda punição à pré-candidata petista Dilma Rousseff, em R$ 5.000, por propaganda eleitoral antecipada durante um evento realizado em São Bernardo do Campo (SP) no dia 10 de abril.
Também receberam multa pelo mesmo motivo o pré-candidato ao governo de São Paulo Aloizio Mercadante (R$ 7.500), o ministro do Trabalho, Carlos Lupi (R$ 7.500), o prefeito de São Bernardo, Luiz Marinho (R$ 7.500) e o deputado Paulo Pereira da Silva (R$ 7.500).
Eles podem recorrer da decisão ao próprio TSE, que deverá julgar o caso em plenário.
O ministro do TSE acatou pedido do PSDB, que alegou ter havido propaganda em favor de Dilma durante um evento que foi marcado de última hora pelo PT para se contrapor ao lançamento da pré-candidatura do tucano José Serra, ocorrida no mesmo dia em Brasília.
Na ocasião, Dilma e Lula fizeram críticas diretas a Serra e ao ex-presidente Fernando Henrique Cardoso. O presidente citou, por exemplo, o slogan "o Brasil pode mais", utilizado pelo PSDB, para dizer: "Nós fizemos mais".
Em seguida brincou com a semelhança da frase tucana com o lema da campanha do presidente dos EUA, Barack Obama. "Não basta copiar o Obama e dizer 'nós podemos mais'? Porque o Obama já disse que eu sou o cara", afirmou.
Dilma, por sua vez, disse no evento que não trairia o povo e que a militância do PT nunca a verá "por aí pedindo que esqueçam" o que escreveu. "Eu não fujo quando a situação fica difícil. Não tenho medo da luta. Nunca abandonei o barco", afirmou a pré-candidata, em referência ao período da ditadura militar. Ela virou clandestina enquanto Serra se exilou no Chile.
Lula Já foi multado outras três vezes. Ao todo, as multas ao presidente já somam R$ 30 mil. Dilma, por sua vez, foi multada pela primeira vez na semana passada, também em R$ 5.000, por conta do programa do PT que foi ao ar em dezembro do ano passado.
Entre os meus seguidores no twitter estão os deputados Roberto Freire e José Carlos Aleluia, o juiz Evandro Pelarin e muita gente interessante.Faça uma visita. Não precisa se credenciar, associar ou filiar, muito menos preencher algum formulário. Basta clicar e ler.
No momento em que alcançamos a marca de 21060 acessos, decidimos encerrar as atividades deste Blog. Inicialmente trata-se de uma suspensão sem prazo determinado, que pode, entretanto, se tornar fechamento permanente. Pretendo me dedicar a outros projetos profissionais, que, espero, me rendam algum dividendo, já que o Blog (ao contrário do que dizem) não traz recursos, apenas [muita] satisfação. Satisfação de dever cumprido e de cidadania exercida.
Obrigado pela companhia, pela presença constante e pelas discussões que muito me estimularam durante os cerca de sete ou oito meses em que estivemos por aqui. Acho que conseguimos marcar uma fase e abrir caminhos para outras iniciativas semelhantes. Tenho vocês como coautores deste veículo de informação e discussão.
Que não se iludam nem se alegrem com uma possível ausência minha, a partir de agora. Omissão é uma palavra que não faz parte do meu dicionário e encontrarei, sim, outras formas de me manifestar naquilo que achar devido.
Quando começar a acreditar que é um ser superior e que os outros ainda precisam evoluir para chegar à sua altura, pense nele.Mas pense de verdade!! Com coragem de encará-lo.Seu nome é YESHUA ou simplesmente SALVADOR.Carrego seu nome no meu braço e suas palavras no meu coração.
Abaixo posto partes do filme A Paixão de Cristo, que retrata o momento que celebramos hoje. Algumas são cenas fortes, muito fortes, mas retratam bem próximo o que ele sofreu há pouco menos de 2.000 anos.Se ele sentiu na pele e na alma, por que você não pode ao menos ver aí no conforto da sua cadeira?
Quando começar a acreditar que é um ser superior e que os outros ainda precisam evoluir para chegar à sua altura, pense nele.Mas pense de verdade!! Com coragem de encará-lo.Seu nome é YESHUA ou simplesmente SALVADOR.Carrego seu nome no meu braço e suas palavras no meu coração.
A primeira pesquisa de intenção de voto para senador em São Paulo realizada pelo Datafolha mostra a ex-prefeita Marta Suplicy (PT) na liderança, com grande vantagem em relação aos principais adversários apresentados, informa reportagem publicada nesta quinta-feira pela Folha. No levantamento, Marta aparece com 43% das intenções de voto. A seguir, com 25%, vem o senador Romeu Tuma (PTB), que concorre à reeleição. Logo após estão o ex-governador Orestes Quércia (PMDB), com 22%, e o vereador e cantor Netinho de Paula (PC do B), com 19%. A ex-vereadora Soninha (PPS) se destaca em quinto lugar, com 18%.
Foram pesquisados também os nomes do vereador Gabriel Chalita (PSB), que tem 8% das intenções de voto, do chefe da Casa Civil do governo José Serra, Aloysio Nunes Ferreira (PSDB), com 6%, e de Ricardo Young (PV), ex-presidente do Instituto Ethos, com 3%.
A eleição de outubro renovará duas das três vagas ao Senado. Hoje, além de Tuma, São Paulo é representado pelos petistas Aloizio Mercadante, que será candidato ao governo de São Paulo, e por Eduardo Suplicy, reeleito em 2006. O mandato é de oito anos.
O Datafolha ouviu 2.001 eleitores no Estado em 25 e 26 de março. Cada pessoa indicou dois nomes, já que o eleitor terá, em 3 de outubro, de votar em dois candidatos a senador. Por essa razão, a soma total dos percentuais ultrapassa 100%.
A margem de erro da pesquisa é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos.
A greve realmente acabou em Jales com a volta às aulas, hoje, dos professores da Escola Dom Arthur. Mas quer ver uma coisa muito interessante? Agora há pouco a mãe de um aluno telefonou para a escola para confirmar a notícia. Sabe o que a funcionária que atendeu disse no tom mais ríspido do mundo? "Os professores estão aqui, agora tem que ver se os pais vão trazer ou não os alunos". Como se os pais fossem culpados de alguma coisa. Esquece que nenhum pai de aluno, inclusive os que são professores, queria a greve.
Muito bem, senhora. Parabéns! Cabe mesmo aos pais levarem seus filhos depois de quase um mes parados e na véspera do feriado em um dia de chuva. Posso apostar um feriado emendado que a presença de alunos não vai ser muito alta. Meus filhos estarão lá, isso eu garanto.
Mas a Apeoesp tem obrigação de avisar aos pais que as férias acabaram. quer dizer, que a greve acabou. Aí é que eu quero saber se a Apeoesp (leia-se Diretoria de Jales) vai ter o mesmo empenho em divulgar o retorno às aulas que teve quando começaram a greve. Se se importam com a educação, como dizem e eu duvido, deveriam ir ao rádio orientar os pais, aliás, como eles mesmos disseram que fariam naquele bilhetinho maltrapilho.
Têm obrigação de tornar público o retorno às aulas e o fracasso das férias, quer dizer, da greve.Obrigação, entenderam?
E quero saber como ficarão as aulas perdidas. Quando será feita a reposição. Vocês fazem greve e os alunos é que ferram?? Um mes de greve não poderá ser reposto nas férias de meio de ano. E agora?
Não sei de onde ele tirou a informação, mas acabo de ouvir no Antena Ligada, um dos apresentadores, Claudinei Antônio, dizendo que a E.E. Dr.Eupllhy Jalles volta às aulas ainda hoje e a E.E. Dom Arthur volta amanhã. Se você é pai de um estudantes de uma dessas escolas, como eu, e está "vendido" sem qualquer satisfação, deve procurar saber se é verdade. Amanhã é véspera de feriado e eu havia adiantado a notícia que deveria haver comparecimento em massa de professores para garantir o ponto do feriado.
Nada falei sobre o programa de maior sucesso da TV na atualidade, o Big Brother. A 10ª edição brasileira chegou ao fim há poucos minutos. Acho que agora é a hora, então vamos lá.
O "bronco" Marcelo Dourado venceu, e venceu muito bem, os outros finalistas, os belos, porém pouco expressivos, Fernanda e Cadú.
O vitorioso teve 60% dos votos, Fernanda, 29% e Cadu 11%. O segundo e o terceiro colocados levaram, respectivamente, prêmios R$ 150 mil e R$ 50mil. Ao todo, foram 154.878.460 de votos na internet e por telefone. Um recorde absoluto.
Gosto do Big Brother. Não assisto todos os dias, mas sempre que posso. Ao contrário do que os pseudointelectuais e papagaios de plantão repetem, o programa é uma excelente ideia. Aliás, uma excelente ideia como não houve nos últimos 20 ou 30 anos. Com todas as polêmicas que isso possa envolver. E não falo como "programa cultural" ou qualquer coisa que os hipócritas gostam e citar como exemplo. O Big Brother não está nessa categoria, está na categoria do entretenimento, assim como as novelas, os shows etc. Não pode ser incluído na categoria dos educativos, documentários ou culturais e é assim que deve ser visto.
Vejo o Big Brother como profissional de comunicação e o admiro como esses olhos.Depois dos quiz show, não houve na TV outra invenção mais importante que os reality shows. Seu sucesso comercial e de audiência não permite análise diferente.
E nessa categoria o Big Brother é simplesmente genial. Isso mesmo, genial!
Raciocinem comigo. Deixem os preconceitos e o que lhes disseram outras pessoas de lado. Convenhamos que colocar uma dúzia de pessoas diferentes (escolhidas conforme as suas personalidades para que possam exercer determinado papel dentro do programa) isoladas dentro de uma casa com câmeras espalhadas por todos os lados e oferecer a possibilidade de os espectadores acompanharem como elas se comportam diante de desafios programados é uma ideia genial. Genial, MESMO!! Com todas as polêmicas que isso implica.
Um exercício fantástico para quem gosta de analisar a personalidade e mente humanas. Mas é preciso aprender a observar.
Nesta edição, Dourado tinha mais personalidade. Mereceu ganhar. Teve que provar que não era preconceituoso (ou teve que evitar ser preconceituoso diante das câmeras),apesar das acusações quase diárias. Era o mais feio, o mais bronco e que tinha menos carisma, o que foi mais criticado e o que já entrou derrotado, afinal tinha sido eliminado logo no início da 4ª edição, sem chance alguma. Estava lá " de favor" ou "por dó". Mas não se intimidou. Não ficou chorando as dificuldaes e adversidades. Foi, viu e venceu!!
Alguns dizem que a vitória de Dourado é também uma vitória do homem médio e conservador contra os excessos. Talvez! Talvez a ampla e até internacional campanha dos homossexuais e seus simpatizantes que tentaram classificar Dourado como homofóbico, (característica negada até pelo apresentador) tenha mostrado que o brasileiro ainda não está preparado para tanto. Talvez seja sinal que o brasileiro prefere um passo de cada vez e que, majoritariamente, seja conservador.
Talvez seja sinal de que o telespectador não se deixa seduzir tão facilmente pelo apelo (quando falacioso) das minorias (negros, homossexuais, judeus etc) que tentam usar exatamente as características que as fazem minorias como armas para reverter o jogo. Tentam usar essa suposta desvantagem para tirar proveito da situação ou "levar alguma vantagem". Numa espécie de preconceito ao contrário. São os espertalhões da minoria.
A vitória de Dourado pode indicar que a estratégia de dizer "sou pobre, por isso mereço o prêmio" ou "minha mãe nasceu baguela e analfabeta e me fez chegar até aqui, por isso sou o melhor de todos" ou ainda "perdi um dedo, por isso sou deficiente e preciso receber aposentadoria para o resto da vida", não passa de safadeza. Da mesma forma que uma senhora "idosa", porém saudável, de 65 anos vende a sua vaga na fila do INSS.
Pode indicar que o brasileiro prefere a frase: "sou brasileiro e vou à luta, apesar das dificuldades".
Mas são apenas "talvez". Também por essas dúvidas, o Big Brother ainda vai durar muito.
Quase um mes de greve da Apeoesp. Absudro total onde só perdem os estudantes pobres. Não sei se é verdade, mas parece que a orientação da Apeoesp, isso precisa ser confirmado, é que os professores compareçam às escolas nos próximos dias para não perder o ponto do feriadão da páscoa.
Em vez disso, senhores, deveriam apreveitar a data que é tão lembrada pelas crianças, para avaliar o que os estudanes das escolas estaduais estão sofrendo com a greve política de vocês nesses dias.
Definitivamente, a beleza da Estação de Tratamento de Esgotos de Jales continua se firmando cada dia mais como um importante ponto turístico de Jales.Desta vez quem veio visitar a ETE Jales foram os estudantes do Craas de Fernandópolis. Veja na foto o entusiasmo dos meninos.
O estudante jalesense de direito, Juliano de Matos, informa que o presidente do Psol-SP Miguel Carvalho, lhe garantiu a legenda para disputar a vaga de deputado federal pelo partido em 2010. A sua expectativa é que possa se eleger com cerca de 10 mil votos, mas o número ainda depende, naturalmente, de quantos votos a legenda alcançar, sendo que a esperança é que o principal candidato, deputado Ivan valente (possível candidato a governador) se candidate a reeleição e supere os 100 mil votos. Mesmo com a votação de Ivan Valente, não será fácil para um candidato desconhecido (e principiante na política) de uma cidade pequena como Jales alcançar 10 mil ou 15 mil votos. É ver pra conferir.
E-mail enviado pelo presidente do Sindicato dos Sevidores Públicos Municipais de Jales e Região, José Luis Francisco, informa os índices de reajuste propostos pelo prefeito Humberto Parini. A proposta inicial aprovada pela categoria em assembléia em fevereiro era 10%. Leia, como sempre, em azul. Quando a data for confirmada, avisaremos aqui neste Blog e, como sempre, estaremos na assembléia acompanhando in loco as discussões.
Carioca, conforme havia combinado assim que acontecesse a reunião com o senhor Prefeito Municipal estariamos informando aos nossos servidores. Na última quinta-feira o Senhor Prefeito recebeu toda Diretoria do Sindicato e nos apresentou sua proposta de recuperação das nossas perdas salariais. Repasse do indice de inflação 4,77 % e mais um abono de R$22,00 estendido a todos os servidores municipais; este abono igualaria o nosso piso ao concedido pelo Governo Federal. Esta proposta, deverá ser levada em Assémbleia aos Servidores, somente no início da proxima semana em função do feriado. Estaremos convocando toda categoria, para que compareça na Camara Municipal (data a ser marcada) quando será votada a proposta apresentada pelo Senhor Prefeito. Sabemos que existem alguns BABACAS, IDIOTAS, que tentam esvaziar nossas Assembléias dizendo que já esta tudo certo, repito, não tem nada certo! Precisamos lotar as dependências da Camara Municipal, para demonstrarmos força nas nossas reivindicações. Abraço.
Recebi alguns e-mais com esta versão e resolvi colocar no Blog pra compartilhar com vocês. A letra é uma brincadeira, mas o pior é que fala verdade. Só precisaria corrigir o "vai começar" pelo "já começou".
Por favor, leiam os comentários dos posts. Tem alguns bem interessantes. Infelizmente, ainda tenho que barrar alguns idiotas daquela famosa rede de pressão, mas alguns se salvam e valem a pena.